sexta-feira, 29 de junho de 2012

7 geleiras montanhosas que estão sumindo com o aquecimento global



Era uma vez uma pista de esqui em Chacaltaya, na Bolívia  Monte Tian Shan, CasaquistãoParque Nacional de Sagarmatha
Alpes de Kitzbühel, Áustria Calota de Gelo de Quelccaya
Glaciar Franz Josef, Nova Zelândia
Monte Chomolhari, Butão
Nem a mais alta estação de esqui do mundo resiste às mudanças no clima. A mais de cinco mil metros de altura, as pistas de Chacaltaya, ao norte de La Paz, na Bolívia, sucumbiram ao derretimento do gelo e, durante o verão de 2009, o glaciar onde estava a instalada a estação praticamente desapareceu.
Hoje, restam apenas 5% da geleira, com algumas incidências de neve, mas raras. Os cientistas haviam previsto seu desaparecimento para 2015, mas o aquecimento global acelerou o processo. De acordo com o levantamento da Co+Life, além de frustrar aventureiros, o sumiço da geleira comprometeu o abastecimento de água em algumas regiões da capital naquele ano. 


Estação de esqui desativada em Chacaltaya, na Bolívia


Aos pés do monte Tian Shan, encontra-se Almaty, a maior cidade da República do 
Casaquistão, com uma população de 1,3 milhões de pessoas. A região é uma locomotiva 
econômica, respondendo por 20% da produção industrial e 30% da agricultura do país. Todo 
o fornecimento de água para consumo, irrigação e uso industrial é garantido pelos glaciares a 
dois mil quilômetros ao norte, nas montanhas de Tian Shan. Nos últimos 50 anos, no entanto, 
os glaciares perderam cerca de 35% de sua cobertura devido a elevação das temperaturas – 
processo que deverá se intensificar nos próximos anos.
Localizado no Nepal, o Parque Nacional de Sagarmatha é parte das montanhas do Himalaia 
e tem o monte Everest, o maior pico do mundo, como sua atração principal. Considerado 
Patrimônio Mundial pela Unesco em 1979 devido às suas características naturais e culturais 
únicas, o parque concentra a maior quantidade de gelo terrestre do mundo, um volume 
superado apenas pelas massa dos Pólos Sul e Norte.
As geleiras da região são importante fonte de água para a população asiática, sendo vital 
para economia e subsistência das pessoas. O perigo do aquecimento global é constante e 
pode levar à extinção enormes pedaços das geleiras dos Himalaias, ameaçando o padrão de 
chuvas, o fluxo dos rios e a agricultura em toda a Ásia.
Monte Tian Shan, Casaquistão


Um estudo sobre mudança climática nos Alpes europeus realizado pela Organização para a 
Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE) aponta que as famosas pistas de 
esqui podem estar com os dias contados por lá. A estimativa é de que 9% das estações já 
sofram com o aquecimento global. Uma da mais vulneráveis é a de Kitzbühel, na Áustria, 
cerca de 800 metros acima do nível do mar. Por falta de gelo, na última temporada de Natal, 
apenas 1/5 dos elevadores operaram e ainda foi necessário usar neve artificial para liberar o 
uso de algumas pistas


Alpes de Kitzbühel, Áustria


Como a maioria dos glaciares da Terra, a maior calota tropical do mundo, a Quelccaya, nos 
Andes peruanos, já perdeu desde 1978 cerca de aproximadamente 20% da sua área. A 
estimativa dos cientistas é de que ela recua ao menos 4 metros todos os anos, dez vezes 
mais depressa do que a cinco décadas atrás, segundo estudo do Instituto de Politicas para a 
Terra.


Calota de Gelo de Quelccaya


Ele desce de 3,5 mil metros até 240 metros acima do nível do mar no meio de uma floresta 
tropical. Seu nome popular, The Tears of Hinehukatere (As Lágrimas de Hinehukatere, no 
português) vem de uma antiga lenda local sobre uma menina que perde seu amado numa 
avalanche. Suas lágrimas correm então montanha abaixo e congelam, formando o glaciar. 
Como os demais monte gelados da Nova Zelândia, o Granz Josef sofre com o fenômeno do 
aquecimento global, que já reduziu 25% da área total dos alpes.


Glaciar Franz Josef, Nova Zelândia


Encravado entre a China e a Índia, o reino do Butão possui muitas montanhas e picos 
nevados, entre eles o Monte Chomolhari ou Jomolhari, com aproximadamente 7,3 mil metros 
de altura. O rápido derretimento do gelo que corre para os lagos nos vales é uma ameaça 
para as comunidades da região. Há o perigo das represas nos lagos romperem e causarem 
deslizamentos de terra e enchentes, destruindo assim vilarejos locais, mosteiros e plantações.










fonte : http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/7-geleiras-


montanhosas-do-mundo-que-estao-desaparecendo?p=1#link


Índios podem endurecer contra Belo Monte


FÁTIMA LESSA , ESPECIAL PARA O ESTADO / CUIABÁ - O Estado de S.Paulo
Lideranças indígenas das etnias Xikrin, Juruna, Parkanã e Araras do Maia prometem radicalizar na ocupação de obras do Sítio Pimental, da Usina Hidrelétrica de Belo Monte em Altamira do Pará. É o que falaram, por telefone, após reunião com o diretor-presidente do consórcio Norte Energia, Carlos Nascimento, realizada por mais de 5 horas, no escritório da empresa, em Altamira. Está marcada para o dia 9 de julho a retomada das negociações.
Na reunião, os indígenas, que ocupam o Sítio desde o dia 14, apresentaram suas reivindicações. Eles exigem, segundo representante do grupo, "cumprimento imediato das promessas feitas pelo governo e pelo empreendimento, mas até agora não cumpridas". Os índios podem decidir "a qualquer momento parar as obras".
Até a próxima reunião, segundo a assessoria da empresa responsável pela construção da usina, "os pleitos de caráter geral serão analisados pela Norte Energia".
Ato público. Diversas entidades e servidores públicos que estão em greve realizaram ontem ato público unificado em Belém. A manifestação foi contra a política de desenvolvimento do governo federal e para pedir o fim da criminalização de ativistas e movimentos sociais que defendem o Rio Xingu, contra a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte.
As entidades defensoras de direitos humanos denunciaram à Comissão Interamericana de Direitos Humanos e à Organização das Nações Unidas (ONU), criminalização política e perseguição policial dos militantes que protestam contra a construção de Belo Monte.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Ministra Izabella Teixeira bate boca com ambientalistas sobre a Belo Monte !!

A ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente) bateu boca com ambientalistas nesta quinta-feira (21), defendeu as políticas ambientais do governo e jogou a culpa no antecessor, Carlos Minc, pelo licenciamento da polêmica usina de Belo Monte.
O entrevero aconteceu durante um evento paralelo do Ministério do Meio Ambiente, no qual foi anunciado mais dinheiro para um programa de áreas protegidas na Amazônia.
Durante o evento, ambientalistas ergueram cartazes representanto cartões amarelos para Dilma Rousseff sobre o Código Florestal. Depois, integrantes do movimento Xingu Vivo e da campanha Floresta Faz a Diferença interromperam a fala da ministra para atacar os retrocessos ambientais do governo Dilma, como o licenciamento de Belo Monte.
Exaltada, Izabella respondeu às críticas e disse a uma manifestante: "Em 1992 você nem era nascida".
"O licenciamento de Belo Monte foi feito pelo ministro Carlos Minc", afirmou. O processo foi iniciado na gestão Minc, mas a licença de instalação da usina foi concedida em junho do ano passado, já na gestão de Izabella.
Uma ambientalista foi vaiada ao gritar que não havia democracia no Brasil.
Após o bate-boca, a ministra fez um discurso na plenária da Rio +20 louvando o processo "transparente" de condução da posição brasileira na conferência e dizendo que é preciso "desafiar a maré de pessimismo em torno da Rio +20".

Rio+20 – Hidrelétricas são sujas e caras, diz procurador federal Felício Júnior


O procurador que barrou Belo Monte diz que o governo mente ao classificar esse tipo de energia como sustentável. Ele questiona a inclusão do item que considera hidrelétricas como fontes de energia renovável em documento da ‘Rio+20’

O procurador federal Felício Pontes Júnior descreveu como “mentira contada mil vezes” o discurso do governo federal de que a energia gerada por hidrelétricas, especialmente as construídas nas bacias da região amazônica, seja limpa e renovável. Ele conclamou a sociedade civil a combater a tentativa do governo de incluir em documento oficial da Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, um item que considera as hidrelétricas uma energia renovável, tal como a solar, a biomassa e a eólica.
“O documento da contribuição brasileira quer considerar as hidrelétricas como fontes renováveis e, portanto, geradoras de emprego verde. Isso é falso. As hidrelétricas são sujas. Sujas e caras. E a Amazônia não pode ter hidrelétricas. A região tem baixa declividade em seus rios. Na hora que estiverem prontas, a inundação de uma área é muito grande devido às barragens. Afetará populações indígenas, ribeirinhas, áreas protegidas, espécies muitas vezes endêmicas de fauna e flora, prejudicará a navegação. Não dá pra deixar que uma mentira contada mil vezes se torne uma verdade”, disse o procurador federal, um dos maiores combatentes das obras das hidrelétricas de Belo Monte, no Pará,em entrevista ao jornal A CRÍTICA.
Metano
Felício Pontes Júnior foi um dos palestrantes do debate desta terça-feira (19) sobre hidrelétricas na Amazônia ocorrida durante a programação da Cúpula dos Povos, evento paralelo a Rio+20, que acontece no Aterro do Flamengo.
O procurador citou como exemplo de impacto ambiental o que ocorreu no Amazonas, com a construção da Hidrelétrica de Balbina. “Pesquisadores descobriram que Balbina emite metano, um gás 25 vezes maior poderoso que o gás carbônico. Como isto pode ser chamado de limpa?
STF
Falando a uma pequena plateia, que foi crescendo à medida que sua participação ia ficando mais contundente, o procurador federal também informou que o Supremo Tribunal Federal (STF) deve analisar ainda neste semestre a liminar que exigirá que o governo brasileiro consulte os povos indígenas para a construção da hidrelétrica de Belo Monte.
Se o recurso do MPF for acatado pelo STF, a decisão se aplicará a outros empreendimentos semelhantes na região, como os que já estão sendo iniciados na calha do Tapajós, entre Pará e Mato Grosso, e até mesmo a projetos que ainda estão em fase de inventários e estudos de viabilidade econômica.
“Um dos 15 processos que o MPF move contra o governo questiona que os índios não foram consultados previamente por estes projetos pelos quais serão atingidos. Isso viola a convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, sobre direitos dos povos indígenas, e o artigo 231 da Constituição Federal do Brasil. Entramos com uma liminar na justiça federal, que depois foi cassada. Agora, deve entrar no Supremo. Isso é importantíssimo para nós. Era isso que queríamos, porque vai ser a primeira vez que o Supremo vai se manifestar sobre esta matéria. Ele é obrigado. Vai dizer que vale o que está na Constituição ou não. Esperamos que sim. E a decisão deverá ser assimilada Poe outros tribunais. Valerá para todos”, disse o procurador.
Felício Pontes Júnior lembrou que estudos apontam a construção de 151 hidrelétricas na Amazônia. Destes empreendimentos, metade afeta territórios indígenas.
Belo Monte já foi denunciada a dois organismos internacionais e o MPF quer que o governo brasileiro seja julgado na Corte Interamericana. Os dois organismos, a OIT e a Comissão Interamericana dos Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), reconheceram que o empreendimento viola os direitos dos povos indígenas e dos povos tradicionais do entorno da região, salientou o procurador.
Petição
Uma petição assinada por 350 mil assinaturas de cidadãos franceses será entregue nesta quarta-feira por lideranças indígenas afetadas pelas obras de Belo Monte ao presidente francês François Hollande, que participará da Rio+20. Os debates entre os chefes de Estado começam oficialmente nesta quarta (20).
A petição francesa foi uma mobilização de vários apoiadores dos grupos que combatem Belo Monte, incluindo um indígena tikuna, nascido no Amazonas, Hildon Tikuna, que mora na França há sete anos e que participa da Cúpula dos Povos, no Rio de Janeiro. A tentativa de pressão junto ao presidente francês ocorre porque duas empresas daquele país, a Alstom e a GDF Suez, fazem parte do consórcio de construção das obras da hidrelética.
A intenção dos indígenas é que o documento seja entregue pelo cacique caiapó Raoni, principal liderança dos povos atingidos pelas barragens do Xingu. Raoni foi uma das “estrelas” desta terça-feira na Cúpula dos Povos. Após discursar no debate sobre a hidrelética, ele saiu em uma pequena passeata pelos corredores do Aterro do Flamengo. Era também um dos mais assediados pelos visitantes do evento.
FONTE : A Crítica

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Reciclagem de latinhas !

                           

          

       

                                             

                         


                                       


                              
                       
                          

                   


             

Faça sua inscrição para os eventos da Rio+20 !!



Rio+20

Em junho de 2012, o Rio de Janeiro sediará a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável. Ao avaliar os avanços desde a Rio92 e traçar metas para os próximos anos, a Rio+20 marca a nova fase em que o desenvolvimento sustentável passa assumir um papel central nas políticas públicas do Estado do Rio de Janeiro.
O momento representa um ponto de inflexão para um novo padrão de desenvolvimento em todo o mundo. Na transição para uma economia verde global, estados e regiões têm um papel primordial. A capacidade de implementar soluções mais eficientes, atrelada à agilidade de estruturas de governança, dá aos governos regionais e locais a capacidade de liderar esse processo em direção a um modelo econômico mais sustentável.
Esse é o tema da Cúpula Mundial dos Estados e Regiões (World Summit of States and Regions), a ser realizado no dia 19 de Junho. Outros encontros serão oportunos para apresentar políticas ambientais, sociais, econômicos e culturais que já se encontram nesse novo modelo de construção conjunta à sociedade.

Acesse o Link de inscrições : http://www.rio20.rj.gov.br/oestadonorio20.asp

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Modelo de hortas sustentáveis !!!

                                 

                                  Foto: belo , simples e nutritivo!

                                 Foto: Moradores trocam materiais recicláveis por verduras.

Os moradores da periferia de Jundiaí, no interior de São Paulo, trocam materiais recicláveis por verduras que são produzidas na horta municipal.
Saiba mais:

http://g1.globo.com/sao-paulo/sao-paulo-mais-limpa/noticia/2012/05/moradores-de-jundiai-em-sp-trocam-materiais-reciclaveis-por-verduras.html

                                                   

                                             Foto       


                                              

                                         Foto

Ideias sustentáveis com garrafas e potes de vidro !!

                     
                                Foto: http://www.youtube.com/watch?v=RBTeDQXAKCI
Aquí está la idea de como cortar una botella ..      

                                        

                            

                                       

                                                  

                              

                                                    

                                

                                       

                         Foto: Casa em garrafas PET.

Em Kaduna, na Nigéria, foi construída uma casa com garrafas de plástico recicladas.

EcoCasa Portuguesa
http://www.facebook.com/ecocasaportuguesa     

                           Foto: FLOREROS ... BOTELLAS HORNEADAS ...REUTILIZACION/RECICLAJE ....     

                        Foto: Luminária... Esta foi criada pelo artista James Shaw, uma técnica que reaproveita todos os tipos e tamanhos de potes de vidro.         

                        Foto: RECICLA: lámpara con botellas!

domingo, 3 de junho de 2012

Reciclagem de galões de água !