terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Porque Amozon é diferente ??


A consumidora que se preocupa em fazer coleta seletiva do lixo, reduzir o consumo de água e energia dentro de casa e levar sua sacola retornável ao supermercado certamente vai aderir aos novos produtos da marca Amazon H2O. Toda a linha, composta por lava-louça, sabão em pó, sabão em barra e amaciante, é 100% biodegradável. Os produtos foram desenvolvidos à base de um produto natural – o babaçu – e algumas embalagens são fabricadas com até 85% menos plástico que as embalagens regulares.
O uso do óleo de babaçu, presente na fórmula dos produtos e testados dermatologicamente, dá um toque de delicadeza nas mãos. Além disso, a linha Amazon H2O é altamente eficiente na limpeza doméstica, o que comprova que performance e sustentabilidade podem, sim, ser aliadas. E não é preciso usar grande quantidade de produto para garantir a limpeza. O lava-louças e o amaciante Amazon H2O possuem fórmula concentrada que rende quatro vezes mais que os convencionais.
A embalagem do produto Amazon que você tem em casa é oxi-biodegradável. Isso significa que sua decomposição no meio ambiente é muito mais rápida que a decomposição das embalagens comuns e, por isso, causa um impacto menor na natureza.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Reciclagem de óleo de cozinha usado - como fazer sabão

Maneiras de reutilizar o pneu :



Ajudar o Meio Ambiente é fácil e econômico , vamos todos juntos à favor do Meio Ambiente !

Aumenta a pesca de mamíferos marinhos


Já são 87 espécies diferentes consumidas
Golfinho para o jantar? Isto pode ser mais comum do que se pensa. O primeiro estudo global sobre o consumo humano de mamíferos marinhos descobriu que a prática é disseminada e está se tornando mais frequente em muitas regiões tropicais.
No total, pessoas de 114 países consumiram pelo menos 87 espécies diferentes de mamíferos marinhos desde 1990, dizem pesquisadores.
Alguns dos animais mais comumente consumidos são pequenos cetáceos, segundo Martin Robards, pesquisador da Wildlife Conservation Society. Isto foi uma surpresa, ele disse, já que há apenas uma década havia apenas relatos ocasionais destes eventos.
Phil Clapham, pesquisador do Laboratório Mamífero Marinho Nacional, de Seattle, diz que o estudo “ilumina uma zona sombria, que vinha recebendo muito pouca atenção.”
Este consumo significa uma ameaça real para animais como o dugão, semelhante a um peixe-boi, e o golfinho corcunda do Atlântico, cujas populações estão diminuindo em grandes áreas de seus habitats por conta da demanda por carne. Em muitos casos, não há ainda informação suficiente para determinar se esta pesca é sustentável.
A tendência pode estar sendo impulsionada em parte pelo declínio dos estoques de peixes e o crescimento de populações humanas em zonas costeiras. Embora algumas pessoas pesquem estes animais inicialmente por acidente, a prática pode se tornar intencional quando pescadores percebem que é lucrativo vender o peixes ou usá-los para alimentar suas famílias – especialmente se elas não podem mais contar com populações de outras espécies que as sustentavam.
Outro fator no aumento da pesca de mamíferos marinhos é a substituição de redes de pesca indígenas com fibras de cânhamo, degradáveis, por redes mais fortes baseadas em polímeros. Estas redes começaram a ser introduzidas nos anos 1950, para ajudar populações locais a pescar com mais eficiência e alimentar suas famílias. Infelizmente, elas são mais eficientes também para apanhar uma ampla variedade de animais, de tartarugas a baleias, informa o New York Times.
Foto: Just Taken Pics

fonte: Planeta Sustentável (facebook)

Jardim suspenso de garrafa Pet



Uma ideia simples e criativa que você precisará apenas de :

* garrafas Pet;
* arame liso;
* porcas ( para dar o nozinho com o arame ) para não escorregar;
* parafusos para prender a base dos arames no topo da parede.

Dica: Pode ser tanto um jardim com flores , ou uma pequena orta , uma ótima ideia para que não tem espaço.


Outra dica também é esse:



Portas velhas = Camas novas

Parceria pode ser solução para o problema do lixo no Brasil


O aprofundamento das questões ambientais em todo o mundo despertou também o Brasil para a necessidade de discutir o problema do lixo proveniente das residências, comércios e indústrias. O governo brasileiro elaborou o Plano Nacional de Resíduos Sólidos, cuja versão preliminar já está disponível na internet para consulta.
O documento, que será amplamente discutido com a sociedade para, então, ser validado em Brasília, traz um panorama do tratamento dado aos resíduos sólidos gerados no país e sugere metas, algumas ousadas, como a eliminação total dos lixões até 2014.
A discussão do plano está apenas começando. Mas é um passo importante para a mudança de cenários urbanos e rurais, onde montanhas de lixo se acumulam e nelas materiais importantes que poderiam ser reciclados.
Embora o país ainda não tenha um plano de resíduos consolidado, existem experiências bem-sucedidas no Norte do país, que sinalizam ao menos uma preocupação em fazer diferente, mesmo que em nível local. São iniciativas que nascem do compromisso de fazer melhor e de resguardar o futuro das próximas gerações no meio da Amazônia.
 A seleção de resíduos já é realidade em Porto Trombetas, no Oeste do Pará, área de atuação da Mineração Rio do Norte (MRN). A empresa assumiu o compromisso de orientar os habitantes da vila para os cuidados com o lixo e, bem mais que isso, cuidar para que materiais recicláveis tenham um destino adequado.
O envolvimento dos moradores de Porto Trombetas com a gestão responsável do lixo não é recente. A vila, que pertence ao município de Oriximiná, foi o primeiro lugar do Brasil a receber a certificação da norma ISO 14001, ainda em 2001. A norma, que tem reconhecimento internacional, define o que deve ser feito para estabelecer um Sistema de Gestão Ambiental efetivo, garantindo o equilíbrio entre a manutenção da rentabilidade de uma empresa e a redução do impacto ambiental.
Fonte: Amazonas Sustentável

Lâmpadas re-criativas , a segunda vida dos objetos

Logística reversa: o exemplo das embalagens de agrotóxicos


fabricante de pneus

Processo que obriga as empresas a recolherem e destinarem o produto de forma ambientalmente segura poderia solucionar a poluição dos oceanos por PET

Já faz quase 12 anos que as embalagens de agrotóxicos fabricadas no país são recolhidas e reutilizadas de forma segura, sem agredir o meio ambiente. O mesmo acontece, desde 1999, com a produção de pneus do país. Por que os materiais plásticos não poderiam ter o mesmo destino?
A suspensão da distribuição de sacolas plásticas por 4 mil mercados paulistanos é uma das respostas atuais à preocupação com a poluição do meio ambiente. A medida não é suficiente para solucionar o problema, mas ele não é impossível de ser resolvido: os casos da indústria de pneus e dos fabricantes de embalagens para agrotóxicos têm sido bem sucedidos e podem servir de exemplo de como evitar o PET de poluir os oceanos.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), criada em agosto de 2010, segue essa linha. Um de seus pilares é a logística reversa, processo que retorna aos geradores seus produtos para que eles sejam tratados ou reaproveitados em novos produtos. Até agosto deste ano, os municípios devem apresentar planos de gestão integrada de resíduos sólidos.
Embalagens de agrotóxicos
Os casos não são novos. A indústria agrícola se organizou voluntariamente oito anos antes da criação da lei que exige e regulamenta o recolhimento e a destinação final das embalagens de pesticidas de forma ambientalmente segura (processo também chamado de gestão pós-consumo). Antes da criação do projeto piloto em 1992, 70% das embalagens eram queimadas e o restante era disposto sem cuidado ambiental nas propriedades agrícolas.
A Lei 9.974/00, promulgada em 2000 e regulamentada em 2002, estabeleceu responsabilidades compartilhadas para cada elo da cadeia: agricultores, fabricantes e canais de distribuição, com apoio do poder público. Dessa forma, no programa batizado de Sistema Campo Limpo, produtor e consumidor são responsáveis pelo descarte ambientalmente correto das embalagens.
E como isso funciona na prática? “Os agricultores lavam as embalagens e as devolvem nas unidades de recebimento. Os distribuidores devem indicar na nota fiscal onde o agricultor vai devolver a embalagem e disponibilizar esse local. O fabricante deve fazer a logística de transporte e dar a destinação final ambientalmente adequada [reciclagem e incineração]. Ele, junto com governo e revendedor, deve fornecer programas de orientação ao agricultor”, explica João Cesar Rando, presidente-diretor do inpEV, Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias.
Do total de embalagens recolhidas, correspondente a 94% de todo o mercado nacional, 95% é reciclado e 5% serve de combustível a incineradoras com licença ambiental, que possuem filtros e não emitem poluentes no processo de queima. “O mais nobre que coloca nosso sistema à frente é que voltamos a fazer uma embalagem que é utilizada pra defensivo agrícola. Queremos que o sistema gere recurso para que um dia seja autossustentável. Que ele produza uma nova embalagem a ser comercializada e o recurso volte pra ser utilizado no próprio sistema”, acredita Rando.
O inpEV tem 89 fabricantes associados, quase o total brasileiro, e é o único órgão no país à frente da logística reversa das embalagens de agrotóxicos. No mundo há 60 países com programas e iniciativas do gênero, mas o Brasil lidera esse setor com retorno de 94% das embalagens. Na Alemanha, a porcentagem é de 76%, no Canadá é 73%, e na França é 66%, segundo dados do inpEV atualizados em 2009.
O sistema custa em torno de 60 milhões de reais por ano, valor arcado 85% pelos fabricantes e 15% por revendedores e distribuidores. “É um esforço conjunto. Conseguimos colocar toda a cadeia produtiva no inpEV. Todos os elos estão unidos pra resolver um problema comum”, diz Rando.
Indústria de pneus
No caso da indústria de pneumáticos as empresas não são tão unidas na responsabilidade pós-consumo. O braço sustentável da Anip (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos), a Reciclanip, representa a logística reversa de 65% da produção de pneus novos no país. O restante do mercado, em sua maioria importadores, também é obrigado por lei a recolher os pneus colocados em circulação. Mas funcionam de forma independente, não possuem uma associação reguladora.
Entre os nove associados da Anip estão os cinco maiores produtores mundiais de pneus: Pirelli, Michelin, Continental, Goodyear e Bridgestone. A Reciclanip nasceu em 2007, mas o Programa Nacional de Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis da Anip funciona desde 1999, quando foi criada a regulamentação deste mercado.
A resolução nº 258 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) obriga empresas fabricantes e importadoras de pneus a darem a destinação ambientalmente adequada proporcional à quantia produzida ou importada por eles. “A partir deste ano nos foi colocada uma meta estabelecida com o governo. Se eu não cumpro, pago sanções”, explica Cesar Faccio, gerente geral da Recliclanip.
Os 726 postos de coleta no Brasil recebem diariamente 1000 toneladas de pneus por dia, correspondentes a 200.000 unidades. Desde a criação do programa, mais de 364,3 milhões de pneus de passeio foram recolhidos e tiveram destinação ambientalmente responsável, custo arcado apenas pelas empresas associadas. Somente em 2012 serão investidos US$ 41 milhões.
O programa cumpre a meta: 100% da produção é recolhida por meio de parcerias feitas com as prefeituras das cidades. Elas cedem um terreno que cumpra normas de segurança e higiene, onde borracharias, revendedores ou a população local podem deixar os pneus usados.
Do total recolhido, 36% têm seus componentes separados e reutilizados como matéria-prima para tapetes de automóveis e borracha regenerada, por exemplo. 35% é triturado e destinado a virar asfalto ecológico, piso antiderrapante ou a servir de combustível a cimenteiras, e 29% deles vão inteiros para as cimenteiras. Não há sobras: o aço retirado dos pneus vai pra a indústria siderúrgica.
A Reciclanip quer ser uma entidade modelo na gestão pós-consumo. “Tenho pontos de coleta nas principais cidades. Mas é preciso melhorar a rede de captação. Região Norte e Nordeste precisam ter mais consciência ambiental. Por mais que a gente tente se aproximar dos municípios, no Norte, por exemplo, eles têm outras carências que não o pneu. E não há fiscalização da Secretaria do Meio Ambiente”, critica Faccio.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Luminária de colher


Você fez uma festa em casa e agora sua pia está cheia de talhares de plástico? Não jogue as colheres fora! Com elas você pode, acredite, criar uma luminária muito, mas muito criativa.

A ideia abaixo é simples, tem um resultado incrível é ecologicamente correta. Que tal tentar?


- Limpe as colheres.

- Retire o cabo de cada umas usando para isso uma faca ou uma tesoura (cuidado com as mãos!).


- Pegue uma garrafa vazia e corte a sua base em formato circular, usando um estilente.


- Comece a colar as colheres em volta da garrafa como na foto abaixo.

- Caso queira dar uma acabamento na parte superior de sua luminária, cole as colheres fazendo um arranjo circular, como mostra a foto a seguir, e posicione-o no topo da garrafa.

Feito! Olha só o visual!


Ibama avalia danos causados pelo vazamento de óleo em Tramandaí, RS


petróleo tramandaí (Foto: Lauro Alves/Agência RBS)Petróleo derramado no mar chegou à praia no final da tarde (Foto: Lauro Alves/Agência RBS)

Quase todo o petróleo derramado no mar chegou à beira da praia, diz órgão.
Por enquanto, não há registros de animais mortos ou contaminados.



Ainda não é possível determinar o tamanho do estrago causado pelo vazamento de petróleo no mar de Tramandaí, no litoral norte do Rio Grande do Sul. Mas é praticamente certo que haverá impacto ambiental, de acordo com o biólogo Kuriakin Humberto Toscan, da Superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) em Porto Alegre. Um levantamento completo será divulgado nos próximos dias.
“Por enquanto, estamos preocupados em minimizar o impacto para depois fazer uma avaliação mais precisa. Não foi um vazamento de grandes proporções, mas foi significativo. Há, sim, dano ambiental, isso não tem como negar”, analisa Kuriakin, em entrevista ao G1.
Desde o início da noite, 150 funcionários da Transpetro, empresa responsável pela monoboia onde ocorreu o vazamento, trabalham manualmente na remoção do petróleo que chegou até à beira da praia de Tramandaí, sob supervisão do Ibama, da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), do Comando Ambiental da Brigada Militar e da Defesa Civil.

Kuriakin estima que o óleo tenha atingido um trecho de aproximadamente cinco quilômetros de extensão da orla marítima, que vai da plataforma de pesca de Tramandaí até a Barra, na divisa com o município de Imbé. Por enquanto, o óleo não atingiu o balneário vizinho. “Acredito que praticamente todo o óleo tenha chegado à areia. Se ainda tem óleo no mar, é em pequena quantidade”, diz o biólogo.
Até as 23h desta quinta-feira (26) não havia registros de mortes ou contaminação de animais marinhos ou de aves causadas pelo óleo, mas essa possibilidade não está descartada. Nesta sexta (27), o Ibama terá mais informações sobre os possíveis prejuízos na fauna. Outra preocupação do órgão é com o Rio Tramandaí. “O rio está no vazante, mas com o enchimento da maré, também pode ser atingido”, projeta Kuriakin.
Assim que o petróleo começou a chegar até a praia, a Patrulha Ambiental orientou os veranistas a se retirarem da areia e isolou parcialmente a área para o trabalho de remoção. O comandante do pelotão de Tramandaí, tenente Reinaldo Araújo, pede aos veranistas que evitem entrar na água até os analistas terem mais informações sobre o vazamento.
O acidente ocorreu por volta das 12h, durante operação de descarregamento de um navio a cerca de seis quilômetros de distância da costa. Segundo a Transpetro, assim que o vazamento foi constatado, equipes de contingência iniciaram os trabalhos de contenção. Aviões derramaram no mar produtos químicos para tentar conter o óleo. Segundo nota oficial da companhia, ainda não é possível determinar o volume de óleo derramado nem as causas do acidente.
vazamento óleo (Foto: Divulgação/Brigada Militar)Vazamento de óleo ocorreu a cerca de seis quilômetros da costa (Foto: Divulgação/Brigada Militar)

Proposta regulamenta profissão de gestor ambiental


Arnaldo Jardim; medida vai corrigir distorção da legislação sobre meio ambiente.
A Câmara analisa o projeto de lei 2664/11, do deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), que regulamenta a profissão de gestor ambiental – profissional responsável, entre outras atividades, pela elaboração de políticas ambientais, pareceres e projetos ambientais ou de desenvolvimento sustentável; avaliação de impactos ambientais; e licenciamento ambiental.
A proposta determina que o gestor ambiental deverá ter diploma de graduação em gestão ambiental, mas garante o direito dos profissionais que já atuem na área na data da publicação da lei.
O gestor ambiental também será responsável por educação ambiental, gestão de resíduos, assessoria ambiental, recuperação de áreas degradadas, planos de manejo e avaliação ambiental, entre outros.
Para Arnaldo Jardim, a regulamentação da profissão vai reparar uma distorção presente nas políticas públicas para a área. Ele ainda ressalta que há 13 anos já existe um curso superior voltado especificamente para a gestão ambiental. 

Propriedade intelectual

A proposta também garante aos gestores ambientais a propriedade intelectual do seu trabalho, ao assegurar a autoria de planos ou projetos ambientais ao gestor ambiental que os elaborar, respeitadas as relações entre o autor e os outros interessados.
Assim, as placas ou identificações públicas de um empreendimento ambiental deverão mencionar o gestor ambiental participante do projeto. O autor do projeto também terá direito a quaisquer prêmios ou distinções honoríficas concedidas ao trabalho. 

Tramitação

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Composteira Doméstica é a solução do lixo orgânico doméstico !


A destinação incorreta do lixo é um dos maiores problemas ambientais do Brasil. A maioria dos municípios do país não possui um aterro sanitário adequado para tratar os resíduos. As consequências são várias: emissões de gás metano, poluição de lençóis freáticos e propagação de doenças, entre outras.
Ao contrário do que muitos pensam, reverter esse quadro não é difícil. É possível reduzir em grandes quantidades o volume de lixo que produzimos. O segredo é a vermicompostagem. Ao invés de jogar resíduos orgânicos no lixo, basta alimentar minhocas. A princípio parece bem estranho, mas o processo é simples, prático e higiênico.
É necessário apenas uma composteira doméstica, que a empresa Morada de Floresta teve a grande sacada de produzir. São três caixas de plástico empilhadas. Nas duas caixas de cima colocam-se as minhocas e o lixo orgânico. Os bichinhos circulam entre as duas caixas através de furos nos fundos.
Eles alimentam-se dos resíduos e produzem um fertilizante natural e rico em nutrientes, que pode ser colocado em vasos e canteiros de plantas. Pelos furos da caixa inferior cai o adubo líquido, que é retirado através de uma pequena torneira acoplada. Ele também possui grande valor nutritivo para as plantas.
A composteira cabe em locais pequenos e não produz mau cheiro. Ela pode ser colocada em áreas de serviço, varandas, jardins, escolas e escritórios. Podem ser depositados pó de café e chá, cascas de legumes, de verduras e de frutas, alimentos estragados, ossos, guardanapos usados, poeira, papéis, jornais e até fios de cabelo. Só é preciso ficar atento com alimentos cítricos, carnes e gorduras. O ideal é balancear o que é colorido (rico em nitrogênio) com o que é marrom (rico em carbono).
O resultado final será uma terra rica em nutrientes sem qualquer necessidade de fertilizantes químicos. Além da diminuição do volume de lixo em cerca de 50%. Você pode comprar a composteira doméstica no Greenforma.

Lixo sai de Noronha após 5 anos


               
Após um acúmulo de cerca de cinco anos, o lixo depositado na Ilha de Fernando de Noronha começa a ser removido para o continente. O primeiro carregamento já foi embarcado e está aguardando autorização da Marinha para atravessar o Oceano Atlântico. São 350 toneladas, distribuídas em mil sacos de lixo, conhecidos como big bags. Entre o material transportado, estão plásticos, latas, madeira e lixo orgânico (restos de comida). A representação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Noronha denunciou que o transporte está sendo feito de forma inadequada, sem nenhum tipo de proteção, o que pode trazer riscos de contaminação do meio ambiente.
A previsão é que a primeira barca zarpe de Fernando de Noronha ainda hoje, rumo ao Porto de Suape, na Região Metropolitana do Recife. De lá, o lixo será levado para o aterro sanitário CTR, no bairro de Candeias, em Jaboatão dos Guararapes, que também recebe os resíduos da capital. No total, serão realizadas três viagens para a retirada de 1.500 toneladas de lixo. O acúmulo se deu por problemas no contrato com a empresa responsável pelo recolhimento e transporte do lixo na ilha. A administração do arquipélago acredita que a operação será concluída em 40 dias. Estima-se que serão gastos cerca de R$ 1,6 milhão, verba do governo do Estado. No trabalho estão sendo usados sete caminhões, três guinchos, um rebocador e uma balsa. A embarcação foi alugada no Rio de Janeiro.
O advogado José do Egito Negreiros Fernandes, presidente da Comissão Especial de Sustentabilidade de Noronha, criada pela OAB, afirmou que o lixo está saindo da ilha a céu aberto, sem proteção dos lados nem em cima da embarcação. "Colocaram uma grade de plástico que não oferece segurança para o transporte dos resíduos. Temos fotos que mostram alguns sacos furados. Se tiver uma chuva ou uma onda mais forte, esse material vai ser carregado para o mar", explicou. Ele disse que a OAB encaminhou ofícios denunciando a situação para vários órgãos, como o ICMBio, que cuida do parque nacional instalado na ilha; Marinha, Ministério Público, Vigilância Sanitária e a administração do distrito.
O coordenador de infraestrutura da Administração da ilha, Paulo Coelho, negou que a transferência do lixo será feita sem condições adequadas de segurança. "A Vigilância Sanitária já deu autorização para o transporte. A embarcação só não saiu ainda por causa da Marinha, que está avaliando as condições de navegabilidade", explicou. São produzidas cerca de 120 toneladas de resíduos, por mês, no arquipélago.
Fonte: JC Online

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Aprenda a fazer: saquinhos de lixo feitos com jornal.



Essa dica da Juliana Valentini é bem legal: como criar um saquinho de jornal para substituir o uso de sacolinhas plásticas nas lixeiras.
O saquinho de jornal tem inspiração no origami e cabe perfeitamente nos lixinhos convencionais. Ele mantém a lixeira limpa, facilita na hora de retirar o lixo e é facílimo de fazer: só leva 20 segundos para montar. Vamos tentar?

Passo-a-passo:



1) Tudo no origami começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca. Você terá dobrado uma aba equivalente a um quarto da página da direita, e assim terá um quadrado.



2) Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo, e mantenha sua base para baixo.


3) Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.


4) Vire a dobradura “de barriga para baixo”, escondendo a aba que você acabou de dobrar.


5) Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.


6) Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.


7) Se tudo deu certo, essa é a cara final da dobradura:


8) Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!

9) Pronto! É só encaixar dentro do seu cestinho e reduzir a quantidade de sacos plásticos jogados no lixo.