domingo, 31 de julho de 2011

Amazônia poderá perder 7.134 km² no próximo ano


Clique para ampliar. Crédito: Imazon
De agosto deste ano a julho de 2012 a Amazônia Legal poderá perder 7.134 km². Pelo menos 2.721 km² têm probabilidade de desmatamento maior que zero, com 95% de confiança estatística. Os dados são do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). Conforme o estudo, 72% da vegetação em risco está no Pará, seguido por Mato Grosso (11%), Rondônia (8%), Amazonas (5%) e Acre (4%).

Desmatamento em terras privadas, devolutas ou em conflito de posse apresentam risco de 65% de desmate, seguidos por assentamentos de reforma agrária (24%), unidades de conservação (8%) e Terras Indígenas (3%).  Márcio Sales, um dos coordenadores do estudo, explica que o foco do trabalho "não é predizer a área que será desmatada e sim os locais onde o desmatamento pode vir a ocorrer".

As áreas com maior probabilidade de desmatamento estariam ao longo da BR-230 (Rodovia Transamazônica), na região da Terra do Meio (PA) e ao longo da BR-163 (Rodovia Cuiabá- Santarém). Pacajá, Altamira e São Félix do Xingu, todos municípios do Pará, são os que apresentam maior área sob risco.

Desmatamentos

Para Márcio Astrini, da Campanha da Amazônia do Greenpeace, o ritmo de desmates precisa parar porque "a Amazônia é um tesouro" que deve ser utilizado corretamente. Ele explica que a vida da floresta está ligada ao alimento que se planta no país, aos medicamentos produzidos no mundo e até contribui para a criação de novas tecnologias. “O Brasil e o planeta irão à falência com a continuidade destes desmatamentos”, diz.

Márcio Sales acredita que, para combater o desmatamento, é necessária a continuidade dos esforços de fiscalização, punição sobre desmatadores ilegais e incentivo à regularização fundiária. Para Astrini, a luta contra o desmatamento deve ser feita por todos. “Seria um grande passo o incentivo à utilização da riqueza amazônica com leis que protegessem essa floresta e a decisão de iniciativas privadas em não comercializar produtos que tenham em sua cadeia materiais advindos do desmatamento”, complementa.


Glossário do Meio Ambiente

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-glossario/

Os turistas passam e a diversidade não fica


Procurado por cerca de 500 mil turistas por ano, a vida nos recifes de Porto de Galinhas é sensível ao caminhar. Crédito: Márcio Cabral de Moura


Porto de Galinhas, o mais procurado balneário de Pernambuco, recebe cerca de 500 mil turistas por ano. A maior atração é a praia, com areia branca e fina, sem a presença de dunas. A água é cristalina e a temperatura morna. O passeio mais procurado a bordo de uma das dezenas de jangadas é o passeio nos recifes com piscinas naturais. Um guia pode apresentar a natureza marinha e alguns pontos com maior concentração de peixinhos coloridos. Os efeitos desse vai e vem de turistas sobre os recifes foi ponto de partida da pesquisa, na qual a bióloga Visnu da Cunha Sarmento chegou a conclusão de que essa prática mata grandes quantidades do grupo de pequenos crustáceos Copepoda Harpacticoida e, pior, reduz a diversidade local.

Esses pequenos crustáceos compõem a meiofauna, pequenos animais com tamanho muitas vezes inferior a 1 milímetro e visíveis apenas através de microscópios. Eles estão na base da cadeia alimentar de peixes e crustáceos maiores. Em condições naturais são abundantes e apresentam grande diversidade. Mas, de acordo com o trabalho de Visnu, não foi esse o quadro encontrado nos recifes de Porto de Galinhas.

Para a sua pesquisa, chamada Efeito do pisoteio sobre a meiofauna e Copepoda Harpacticoida de fital nos recifes de Porto de Galinhas (Ipojuca, PE), a bióloga sob a orientação do professor Paulo Jorge Parreira dos Santos,
do Departamento de Zoologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), foi a campo no verão de 2009, logo depois do período de maior fluxo de turistas. Em seguida, realizaram um pisoteamento de três dias para avaliar o efeito de curto prazo e estudar o padrão de recuperação da fauna.

 


Pesquisadora da UFPE sugere ações de manejo, como a criação de caminhos temporários, para manter a meiofauna dos recifes. Crédito: Ricardo Ferreira
Verificaram que as caminhadas dos visitantes afetam negativamente essa meiofauna. Há redução na quantidade total e na diversidade de Copepoda Harpacticoida quando comparada com a área de proteção ambiental – onde os turistas não têm acesso. “As consequências dessa redução na meiofauna em toda a cadeia alimentar são imprevisíveis”, adverte a pesquisadora. Parte do trabalho foi publicado na revista Scientia Marina.

Visnu reconhece a importância econômica do turismo e propõe ações de manejo com intenção de conciliar a visitação dos recifes da praia de Porto de Galinhas e a preservação do ecossistema – tão necessário para manter o destino uma atração turística. No inicio do mestrado, por algumas vezes, tentou fazer contato com a Prefeitura de Ipojuca, mas não teve sucesso. “Depois, com os compromissos e o trabalho desisti de procurar a prefeitura”, conta a bióloga. As medidas para preservar essa riqueza de Porto de Galinhas não são complicadas. Se tivesse conseguido falar com as autoridades, suas recomendações seriam as seguintes:

•    Criação de áreas de proteção permanente com restrição total ao acesso das pessoas para garantir a preservação ambiental

•    Devem ser estabelecidos novos caminhos com áreas de rodízio. Os caminhos ficariam temporariamente abertos ao turismo, para depois seguir um tempo para “descanso” e recuperação. Esta medida associa educação ambiental à visitação turística

Em paralelo, projetos de monitoramento verificariam a saúde do ecossistema local.
 
 



Principal atração turística de Porto de Galinhas são as piscinas cheias de vida que os recifes, até então, oferecem. Crédito: Ricardo Ferreira


http://www.oeco.com.br/reportagens-especiais/25214-os-turistas-passam-e-a-diversidade-nao-fica

segunda-feira, 25 de julho de 2011

A energia Eólica



   A energia cinética do vento também é uma fonte de energia e pode ser transformada em energia mecânica e eléctrica. Um barco á vela usa a energia dos ventos para se deslocar na água. Esta é uma forma de produzir força através do vento.

Durante muitos anos, os agricultores serviram-se da energia eólica para bombear água dos furos usando moinhos de vento. O vento também é usado para girar a mó dos moinhos transformando o milho em farinha. Actualmente o vento é usado para produzir electricidade.

  O vento forte pode rodar as lâminas de uma turbina adaptada para o vento (em vez do vapor ou da água é o vento que faz girar a turbina). A ventoinha da turbina está ligada a um eixo central que contém em cima um fuso rotativo. Este eixo chega até uma caixa de transmissão onde a velocidade de rotação é aumentada. O gerador ligado ao transmissor produz energia eléctrica.

A turbina tem um sistema de abrandamento para o caso do vento se tornar muito forte, impedindo assim a rotação demasiado rápida da ventoinha.

Um dos problemas deste sistema de produção eléctrica é que o vento não sopra com intensidade todo o ano, ele é mais intenso no verão quando o ar se movimenta do interior quente para o litoral mais fresco. Outro entrave é o facto do vento ter que atingir uma velocidade superior a 20 km/hora para girar a turbina suficientemente rápido.

Cada turbina produz entre 50 a 300 kilowatts de energia eléctrica. Com 1000 watts podemos acender 10 lâmpadas de 100 watts; assim, 300 kilowatts acendem 3000 lâmpadas de 100 watts cada.

Cerca de 30% da electricidade produzida a partir do vento é criada na Califórnia. A Dinamarca e Alemanha também são grandes exploradores da energia eólica.

Mas uma vez produzida a electricidade é necessário conduzi-la até ás casas, escolas e fábricas.

"Faço a apelo a todas as pessoas do mundo que pressionem os líderes locais a, se ainda não o fizeram, comprar carros "verdes", construir instalações ecológicas e comprar energia renovável, como a energia eólica ou solar. As nossas acções podem determinar se seremos um acidente na guerra de um planeta habitável para gerações futuras"

Leonardo DiCaprio

Entrar em Energia Hidroeletrica

Benefícios da Energia Eólica


Quais são os Benefícios?

Ar mais limpo é somente uma das razões para aumentar o papel da energia eólica na nossa mistura de provisão. Vejamos algumas outras boas razões:

• A energia eólica preserva recursos hidráulicos

• A energia eólica é compatível com outros usos de terreno e pode servir como auxílio ao desenvolvimento económico rural.

• A energia eólica não produz emissões perigosas, ou resíduos sólidos tóxicos.

• A energia eólica é completamente renovável, altamente fiável e muito eficiente.

• A energia eólica é uma das fontes mais económicas da nova geração de electricidade em grande escala.

• A energia eólica está a tornar-se ainda mais económica na produção à medida que se atingem economias de escala e os preços de electricidade aumentam.

• A energia eólica é favorável ao emprego e criação de postos de trabalho.

• A energia eólica apoia o crescimento económico

• A energia eólica gera turismo a comunidades locais.

• A energia eólica cria receitas alternativas a agricultores que arrendem a sua terra.

• A energia eólica compensa as emissões de outras fontes de energia, assim reduzindo a nossa contribuição para as alterações climáticas globais.

• A utilização de vento para produzir energia suficiente para mais de 200 casas (2,000,000 de quilowatt-hora) de electricidade em vez queimar carvão deixará 900,000 quilogramas de carvão na terra e reduzirá emissões de gás de estufa anuais em 2,000 toneladas. Isto tem o mesmo impacto positivo que tirar 417 carros da estrada ou plantar 10,000 árvores.





domingo, 24 de julho de 2011

Elefante marinho de 3,5 metros é localizado no litoral do Paraná

Segundo especialista, animal deve ter vindo do continente antártico.
Última aparição de um elefante marinho no PR havia sido registrada em 1985.

elefante marinho paraná (Foto: Divulgação/UFPR)O elefante marinho encontrado tem 3,5 metros e é um macho juvenil (Foto: Divulgação/UFPR)
Um elefante marinho foi localizado pela Força Verde no município de Guaraqueçaba, Litoral do Paraná. O animal, de 3,5 metros, é um macho juvenil da espécie Mirounga Leonina. Ao G1, o Centro de Estudos do Mar da Universidade Federal do Paraná (UFPR) informou que o elefante chegou ao Paraná vindo do sul – possivelmente dos mares do continente antártico.
Apesar de serem raras as aparições desse tipo de animal no Brasil, especialistas do Centro de Estudos do Mar afirmam que pelo menos outros dois elefantes marinhos já foram vistos no Paraná. No entanto, a última aparição havia sido registrada em 1985, segundo dados informados pela UFPR.
Após ter uma secreção nasal tratada pelos profissionais do Centro de Estudos do Mar, o animal voltou ao alto mar, tendo sido visto pela última vez no dia 16 de julho.
É o terceiro animal da espécia registrado no litoral do Paraná (Foto: Foto: Divulgação/UFPR)

Aumento expressivo do desmatamento na Amazônia.



Detecção em dezembro de 2010 foi 994% maior que um ano antes.
Cobertura de nuvens impossibilitou análise de 70% da região.


O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), organização que faz um levantamento paralelo ao oficial da devastação na região amazônica, registrou desmatamento de 175 km² de floresta em dezembro. A estimativa está em relatório do órgão divulgado nesta quarta-feira (23).
23/02/2011 16h16 - Atualizado em 23/02/2011 17h02

Imazon acusa 'aumento expressivo' do desmatamento na Amazônia

Detecção em dezembro de 2010 foi 994% maior que um ano antes.
Cobertura de nuvens impossibilitou análise de 70% da região.

Do Globo Natureza, em São Paulo
O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), organização que faz um levantamento paralelo ao oficial da devastação na região amazônica, registrou desmatamento de 175 km² de floresta em dezembro. A estimativa está em relatório do órgão divulgado nesta quarta-feira (23).
Mapa do Imazon mostra pontos de desmatamento detectados em dezembro. (Foto: Reprodução)Mapa do Imazon mostra pontos de desmatamento detectados em dezembro. (Foto: Reprodução)
De acordo com o instituto, o número representa um “aumento expressivo de 994% em relação a dezembro de 2009, quando o desmatamento somou somente 16 km²”. Já em janeiro de 2011, foram registrados 83 km² de desmatamento, o que representou um aumento de 22% em relação a janeiro de 2010 quando o desmatamento atingiu 68 km².
O instituto destaca que os números podem estar subestimados. Em dezembro de 2010, assim como em em janeiro de 2011, foi possível monitorar somente 30% da Amazônia. Os outros 70% estavam cobertos por nuvens, dificultando a análise, em especial no Amapá, Pará e Acre, que tiveram mais de 80% da área florestal cobertos por nuvens.
Degradação
O Imazon detectou ainda 541 km² de florestas degradadas (parcialmente destruídas) em dezembro e 376 km² em janeiro. Os números também são maiores em relação a um ano antes. O instituto estima que o carbono emitido pelo desmatamento no período de agosto de 2010 a janeiro de 2011 (seis primeiros meses do chamado "calendário de desmatamento") foi de 13,9 milhões de toneladas.
Em dezembro, Rondônia contribuiu com 43% da área total desmatada na Amazônia Legal. Mato Grosso teve 31% e o Amazonas, 16%. Nos outros estados, o desmatamento foi proporcionalmente menor, ficando o Pará com 5%, o Acre com 4% e Tocantins com 1%. O desmatamento detectado no Pará, no entanto, foi menor possivelmente devido à densa cobertura de nuvens.
Em janeiro de 2011, a devastação foi maior em Mato Grosso, com 57%. O estado foi seguido do Pará, com 20%, e Rondônia, com 18%. O restante ocorreu no Amazonas (4%) e Roraima (1%).
Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que faz o levantamento oficial da destruição da floresta amazônica, já indicavam um aumento da devastação no fim do ano passado, em comparação a 2009.

sábado, 23 de julho de 2011

Leões doentes comovem internautas e motivam campanha na web







Quase 60 mil pessoas já manifestaram apoio à comunidade "Ajuda ao Leão Ariel" no Facebook
Foto: EFE


O sofrimento de Ariel e Simba, dois leões doentes, provocou uma onda de solidariedade pelas redes sociais no Brasil, aproveitada por ativistas para sensibilizar a sociedade sobre os problemas enfrentados pelos animais.
Com três anos de idade, o leão Ariel - cujo nome em hebraico significa leão de deus - sofre uma rara doença degenerativa autoimune que lhe provocou paralisia das patas. Ele não pode andar e recebe cuidados quase maternais e atenção privilegiada para muitos seres humanos.
O animal, que vivia com cuidados especiais em um canil na cidade de Maringá (PR), nasceu em 2008 e ganhou fama ao aparecer na TV, vivendo em um sítio de uma família local. Foi levado a São Paulo para ser submetido a uma cirurgia.
Pelo tratamento, o sangue é extraído do corpo e processado de modo que os glóbulos brancos e vermelhos se separem do plasma. As células do sangue são devolvidas e se pratica uma reinfusão com plasma doado por outros exemplares de sua espécie.
"Muitas pessoas não conseguem entender o grande amor que sentimos por um animal", disse Raquel Borges, que, junto a seu marido, se encarrega dos cuidados de 14 animais, entre os quais se encontra Ariel. Raquel explicou que o felino, que faz tratamento na casa da médica veterinária Livia Pereira Teixeira, não foi levado a um hospital para que ela pudesse ficar 24 horas a seu lado.
Para Raquel, o grande apoio que recebe através das redes sociais é essencial para seguir adiante. "As pessoas me transmitem muita energia positiva. Sei que estão do meu lado, que não estou sozinha", disse a dona do animal. As redes sociais têm contribuído para sensibilizar e estimular as doações à causa. Até esta sexta-feira, 59 mil pessoas já haviam manifestado apoio à comunidade "Ajuda ao Leão Ariel" no Facebook.
Segundo os cálculos de Raquel, desde o fim do ano passado até agora, o tratamento que o animal está recebendo já custou cerca de R$ 18 mil, financiados em parte graças às doações arrecadadas através de organizações simpatizantes. "A respiração de Ariel marca o ritmo quando estou perto. Todas as minhas energias estão com ele. Está fraco, mas só vamos parar quando ele se recuperar", disse Raquel, que cuida do leão em um colchão no salão da casa da veterinária. Em sua opinião, o pequeno Ariel está "lutando pela vida"; para ela, é "uma grande emoção mostrar às pessoas que vale a pena amar".
Simba
Enquanto isso, no Mato Grosso do Sul, o leão Simba sofre de depressão após a morte de sua companheira e passa seus dias solitário em um zoológico fechado ao público desde 2005 no município de Ivinhema.
O estado de Simba também comoveu os internautas e suscitou uma corrente internacional de simpatia pelo Facebook. A comunidade "Leão Simba também precisa de você" recebe mensagens de apoio provenientes até do outro lado do Atlântico, como Portugal.
Para o prefeito de Ivinhema, Renato Pieretti Câmara, o leão recebe todos os cuidados necessários. Sua transferência a outro zoológico ou reserva, tal como pedem algumas vozes, depende de se encontrar o local adequado, além de resolver os custos necessários para isso.
Outros casos
Ariel e Simba não são dois casos isolados. Os responsáveis pelo bem-estar de outros animais doentes aproveitaram o exemplo dos dois leões para militar na internet, mobilizar campanhas de sensibilização e pedir contribuições econômicas.
O pastor alemão Buba, de dois anos, que chegou tetraplégico a uma clínica de São Paulo, seria sacrificado por seu dono que não podia pagar o tratamento, mas os veterinários decidiram adotá-lo. Em três meses, recuperou peso, reflexos e sensibilidade e seus donos pediram ajuda a um site de apoio a animais para arrecadar os R$ 10 mil necessários para continuar o tratamento.
Já a gata Luciana, encontrada na rua por seu atual dono, tem problemas de crescimento por fraturar várias vértebras. Para cuidar do animal, seu responsável promove rifas e vende doces que o permitem financiar o custo das sessões de acupuntura e fisioterapia requeridas para seu desenvolvimento. Também no caso de Luciana, uma comunidade do Facebook serviu para obter a ajuda financeira de "padrinhos", que querem tornar mais alegre a vida dos animais em sofrimento.

Terra Planeta Água..música/vídeo

Visita técnica no Parque Laje Rio de Janeiro .





O primeiro proprietário do Parque Laje foi Rodrigo de Freitas Melo que depois vendeu para Antônio Martins Laje, em 1859 , que deixou por herança para o filho , o armador Henrique Laje.
A área foi desapropriada pelo Decreto n*77.293 de 11/03/1973.
O Parque Laje  caracteriza-se por uma área de mata atlântica  , que foi projetado pelo paisagista Jonh Tyndale em 1840 .
A primeira coisa a ser observada na visita  foi a presença ilustre do sagui no estacionamento(fator antrópico devido ao impacto da  construção do estacionamento e poluição dos carros)de  e também do macaco prego que são exemplos de espécies bio-invasoras , assim como a jaqueira .Podemos observar uma palmeira onde se encontrava o exemplo de líquem no tronco , no qual se caracteriza um exemplo de biótico , nesse caso se trata de uma associação de algas e fungos e mais ainda se caracteriza como epífita , onde ocorre o mutualismo , o que quer dizer  que os dois se beneficiam ou simplesmente , nínguem sai perdendo.
A visita se foi se procedendo passamos pela capela , com um aspecto Romano ou simplesmente muito antigo , logo adiante vimos o solar onde na verdade era uma casa com piscina , pátio e é toda revestida de calcária , onde se enquadra-se no período artístico denominado ecléctico .Os jardins são organizados de forma geométrica.Hoje o solar nada mais é que uma escola de artes e para os visitantes poderem comer e ir ao banheiro , isso nos faz lembrar também do fator antrópico , já que , o parque está  com o impacto da visitação , como trilhas e o lixo que muitos visitantes jogam , vimos também árvores pinchadas , o que nos mostra mais exemplos de fatores antrópicos.
No Aquário outro fator antrópico por que foca mais na qualidade visual do que ambiental , exemplo são os bancos são feitos de garrafas pet.Lá no Aquário encontramos  várias espécies , como a carpa colorida de origem da Ásia , o tubarão siamês que é de origem da Tailândia , o barbo ouro de origem do Sudeste da Ásia , e o peixe Jóia que é de origem da África , o Texas blue do México/EUA e a espécie tricogastes leri também da Ásia , a piranha vermelha do pantanal que é de origem da Guiana e vimos também a espécie de peixe  ciclídeos africanos que como o nome diz são de origem da África , todas essas espécies de peixes são exemplos de espécies exóticas pois não são nativas do Brasil. Mas no Aquário também vimos exemplos de espécies de peixes nativos do Brasil , exemplo: o peixe mato grosso , o néon negro , e o tetro preto , vimos também o peixe da espécie cruzeiro do sul  e o cascudo abacaxi que é nativo da Bacia Amazônica  e de outros países como o Uruguai e o Paraguai .
Continuamos nossa visita e o professor nos deu exemplos de plantas oportunistas ,  e as estrategistas , onde as plantas de maior porte se desenvolvem bem e fazem sombra dissipando as outras ao seu redor sugando a água e impedindo a claridade. Indo em frente encontramos a gruta onde se dá abrigo para morcegos , na gruta , que é composta de calcário , vimos exemplos de estalactite que é formado de bircabonato de sódio  , que formam uma verdadeira  obra de arte .À beira da gruta observamos um lago com presença de peixes no qual são conhecidos como o famoso barrigudinho.Seguindo a trilha encontramos cogumelos , conhecido como orelha de pau , com a sua forma pode-se observar o período da chuva , também vimos o cogumelo de forma arredondada. Encontramos a bananeira que também é uma espécie exótica e vimos uma erosão , que pode ser um fator abiótico.pode-se observar a ação de cupins , que são predadores das plantas , no decorrer da trilha tivemos o prazer de encontrar o borboleta de nome popular cara de coruja, que é outro de espécie exótica .
No Parque Laje também é possível encontrar espécies endêmicas , como o tucano , pica-pau , ipê e o pau-brasil.Continuando nossa trilha avistamos um lago onde foi possível notar a presença de carpas , mais um exemplo de espécie exótica , a caminhada continuou se deu inicio a uma bela subida onde logo avistamos uma pequena cachoeira que dava origem ao lago , avistamos um ponto específico água parada , onde poderia estar resultado em ploriferação de mosquito.Na subida pegamos uma trilha que seguia para um mirante onde não prosseguimos por que o local estava interditado por conta de danos causados pela chuva.
O tipo de ecossistema predominante no parque é a mata atlântica , alguns animais  tipos desse ecossistema já citados no texto , os impactos ambientais positivos : A sustentação econômica do parque é através de verba do poder público , e o aluguel do espaço onde se encontra a cantina .A integração da área é positiva pois os moradores tem o benefícil das caminhadas , passeios em família e outras atividades.A fiscalização do parque .Na visita notamos que a todos tempo e em todos os lugares haviam guardas , mas mesmo com essa fiscalização encontramos muito lixo e outros tipos de agressões ao parque , deve-se ver as políticas de seguranças do parque , são feitos pela guarda municipal e Grupamento de Defesa Ambiental , as divulgações são feitas sites e nas escolas e faculdades...etc.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Dormitório das Garças em Cabo Frio





O Dormitório das Garças em Cabo Frio é exemplo positivo de preservação , lá se encontra um mangue muito rico em espécies desse habitat.
Fundado pela Prefeitura de Cabo Frio o Dormitório é um importante santuário natural  . Possui auditório e é aberto para visitas , é um ótimo programa familiar e estudantil.


                                                                                                                    Larissa C.

Beleza e descaso nas praias de Cabo Frio




No dia 02 de Julho de 2011 a turma de Gestão Ambiental da Universidade Estácio de Sá participaram de uma excursão as praias da cidade de Cabo Frio , lá encontramos praias lindas paradisíacas de uma beleza sem igual , mas também encontramos um descaso sem tamanho ao meio ambiente . O lixo que encontramos foi mais um exemplo de desrespeito com a natureza . Devo ressaltar ainda que na cidade  não havia um número considerado de turistas e sim moradores da própria área que não respeitam o meio que vivem.
É uma vergonha pensar que moradores que na sua maioria vivem do turismo não sabem conservar seu habitat e seu e garantir seu meio de sustento , já que nínguem gosta de praia suja. Mas não podemos esquecer que os órgãos públicos também tem o dever de fiscalizar e multar quem não respeita o Meio Ambiente , já que todos lucram com a preservação da natureza.




                                                                                                                      Larissa C.